A capital baiana recebe, entre os dias 1º e 4 de julho, a primeira edição do Festival Nzo Olorin, evento que destaca a música sagrada dos terreiros de candomblé e umbanda e reforça a valorização das manifestações culturais de matriz africana.
Promovido pelo Ministério da Igualdade Racial, em parceria com o Governo da Bahia, o festival acontece em diferentes espaços do Centro Histórico de Salvador, como o Espaço Cultural da Barroquinha, a Escola de Dança da Funceb, a Casa da Igualdade Racial e o Largo Tereza Batista.
A programação reúne apresentações musicais, oficinas e seminários com artistas, grupos e coletivos de diversos estados brasileiros, entre eles Bahia, Pernambuco, Maranhão, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pará e Paraíba.
Entre as atrações confirmadas estão o Grupo Alafin Oyó, Pai Alfredo, o Coletivo Cultural Bariri e o grupo Pradarrum – Ogan Gabi Guedes.
A abertura do festival está marcada para esta terça-feira, às 17h30, no Largo Quincas Berro D'Água, com a presença da ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, além de apresentações de grupos ligados às tradições afro-brasileiras.
As apresentações são gratuitas e abertas ao público. Já as oficinas e os painéis exigem inscrição prévia pela plataforma Sympla.
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